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Mensagens do blog por Avamoo Master

Cibersegurança na educação
Cibersegurança na educação

Quando o assunto é cibersegurança, geralmente pensamos que o foco dos investimentos e atenção deve estar priorizado às corporações que costumam estampar as manchetes do noticiário por incidentes de vazamentos de dados, como instituições financeiras, governamentais, ligadas à saúde ou às grandes varejistas.

Porém, existe outro setor que está em igual medida na mira dos cibercriminosos e, cuja falta de investimentos está trazendo resultados catastróficos, a educação. Trata-se da área mais afetada por ataques cibernéticos no último ano, não só no Brasil como em todo o mundo, com um aumento de 122% nesse tipo de incidente em relação ao ano anterior aqui no Brasil.

O principal fator que torna esse setor um alvo tão “atraente” para criminosos é a quantidade de informações sensíveis que ele possui, muitas delas das quais nem nos damos conta. Nomes, endereços, dados de pagamento de pais, alunos e funcionários, horários de saída e entrada, são alguns exemplos de dados.

Informações estas que geram uma rica fonte de coleta de dados, e podem ser utilizados para ataques como phishing¹ransomwares², ou mesmo golpes físicos, como sequestros. É ingenuidade pensar que os cibercriminosos não estão atentos a essa brecha. Infelizmente estão, e muito.

Podemos considerar também as aulas online, que seguem uma realidade e uma aposta para muitas escolas e faculdades, mesmo após auge da pandemia de COVID-19. Aqui, além do desafio de se garantir uma conexão estável e segura aos alunos, existem golpes específicos a essa forma de ensino (como e-mails fraudulentos se passando por boletos, provas, invasões a servidores de plataformas de aulas).


  
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